A Tanatopedagogia, como sub-disciplina tem sido recentemente observada no pensamento pedagógico polonês, principalmente pela mutiplicação do movimento Hospice , bem como pelo en-volvimento de estudantes e pesquisadores. O conteúdo do aprendizado que se relaciona à educação para a morte, por razões óbvias, causa certa ansiedade. As questões são abordadas dentro de contex-tos mais ou menos abrangentes nas aulas de psicologia, filosofia, ética, teologia, antropologia, socio-logia, cultura ou especialidades da pedagogia e geragogia. Contudo, é necessário expor a posição da tanatopedagogia e o escopo de seus conteúdos dentro dos programas educacionais para pedagogos e professores na Polônia. Uma vez conhecidas as descobertas de especialistas estrangeiros na área, te-mos aqui a possibilidade de um intercâmbio de experiências e padrões de referência sobre as soluções atuais.
Os cursos de tanatologia constituem um elemento da educação universitária em vários níveis (Santana Santos 2007, p.289 – 302) assim como de organizações não governamentais e instituições paliativas. No entanto, os conteúdos relacionados à morte, dentro dos programas das aulas de peda-gogia parece ser escassa, ainda que pedagogos tenham opinado sobre a questão.
Uma das poucas alternativas pedagógicas, que se refere diretamente à morte e suas circuns-tâncias, é a pedagogia espírita. Suas conclusões foram reunidas no Brasil, no terreno da teoria social , baseadas no conceito filosófico de Allan Kardec . Os fundadores da base teórica da pedagogia espíri-ta são José Herculano Pires, Ney Lobo e Dora Incontri.
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